Quando o projeto é bom, a gente não quer só vender serviço, quer entrar como sócia. Equity é o braço que transforma parceria em negócio comum, com capital operacional da BMS.
A capacidade de tirar um projeto de esports e entretenimento do zero e colocar em escala. Foi assim com a NFA, com o Grupo Sinuca, com o Gamechanger, com a Thrive Partners.
Quando a gente enxerga isso em outro projeto, em vez de cobrar cache, prefere entrar como sócia. investindo estrutura em vez de dinheiro, ou combinando os dois.
O tamanho da base fala por si: as IPs da BMS somam mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais. Esse é o ativo que chega junto quando a gente entra como sócia, audiência, comunidade e track record de monetização.
A gente só entra em negócio que faz sentido pro nosso método e pra nossa leitura de mercado.
Equity, opção, JV ou híbrido. Advogados dos dois lados, contrato robusto, governança clara.
Os braços de serviço da BMS (Consulting, Content Hub, Production, Sales, Management) viram operadores do ativo.
Reuniões trimestrais, KPIs claros, prestação de contas e alinhamento de longo prazo.
A BMS entra como sócia porque acredita no que ajuda a construir. Se a gente é o primeiro cliente dos nossos IPs, faz sentido ser sócia dos IPs que ajudamos a construir lá fora.
Equity opera por caso. Combinamos capital financeiro + operação contabilizada. Faixas e estrutura são discutidas por projeto, sempre com due diligence dos dois lados.
Os dois. Na maioria dos casos, estrutura (operação, mídia, produção, gestão) vira ativo contabilizado dentro do deal, junto ou em substituição a capital financeiro.
Investimos, quando tem fundador operador e tese clara. Não fazemos cheque passivo. Queremos construir junto.
Esports, games, iGaming, entretenimento competitivo e cultura de comunidade. Ativos cross-cultura (games + música, games + esportes tradicionais) são bem-vindos.