Marca em games não é logo no palco. É presença editorial, ritual com comunidade, creator certo e mídia no lugar certo. O Content Hub é onde a BMS faz isso acontecer.
Tom fora do lugar, creator desalinhado, mídia em ativo que ninguém acompanha. A gente cuida dos nossos próprios ativos de marca (NFA, Sinuca, Gamechanger, MMR) do mesmo jeito que cuida dos seus: com leitura cultural, dados e uma régua editorial clara.
A gente entra no seu público, não só no seu funil. Entende o que a comunidade acompanha, critica e celebra.
Pilares de comunicação, tom, provas e peças-chave. Cada peça passa pelo filtro editorial da BMS.
Calendário de 90 dias com mídia, conteúdo orgânico e ativações. Nada de campanha pontual que some.
A cada 20–30 dias, novas peças. Nada morre em produção. Nada satura.
O que funcionou, o que não funcionou, o que muda no próximo ciclo. Sem polir número pra cliente.
Somados, os IPs próprios da BMS passam de 15 milhões de seguidores nas redes sociais, base editorial que a gente usa todo dia pra testar, medir e afinar o método antes de aplicar na sua marca.
Nas nossas IPs, a gente entrega: 550 mil espectadores simultâneos em pico de evento (NFA); ecossistema editorial de sinuca com audiência multiplataforma (Mundo da Sinuca, Canal Sinuca, LBS, CBS, Rei da Mesa); Gamechanger como case de cross-cultura entre games e música com DJ Alok.
Esses números não vêm de hype, vêm do método.
Nem sempre. Em games e esports, a gente é a agência. Em brand corporativo, a gente integra com a agência que você já tem. O fornecedor certo pra cada etapa.
Sim. A criação nasce dentro do Content Hub; a execução pode ser interna (com o Production) ou com parceiros especializados.
Temos rede própria em Free Fire, sinuca, iGaming, FPS, BR e nichos específicos. Buscamos alinhamento cultural, não vaidade de seguidor. Cada creator passa pelo nosso filtro editorial.
Trabalhamos com marcas a partir de operações de 6 dígitos por ano. Abaixo disso, indicamos um projeto de entrada com Consulting.